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Oncologia – Potencial terapêutico

  • Foto do escritor: Canaleaf
    Canaleaf
  • 28 de mai. de 2024
  • 1 min de leitura

Com a descoberta dos receptores de membrana celular canabinoides CB1 e CB2 em células malignas, a pesquisa básica em oncologia, envolvendo a cannabis, ganhou novo impulso apesar de toda a proibição. Vários estudos demonstraram que os canabinoides, agonistas dos receptores CB1 e CB2, podem atuar como agentes antitumorais diretos, em uma variedade de tumores agressivos. Além do THC, existem muitos outros canabinóides encontrados na cannabis, e a maioria produz pouco ou nenhum efeito psicoativo importante. O mais conhecido e estudado é o CBD que já apresenta importante papel na neurologia , psiquiatria  e imunologia.

CBD extraído em um conta gotas
O CBD que já apresenta importante papel na neurologia , psiquiatria  e imunologia .

Em modelos experimentais animais, tanto CBD quanto THC têm apresentado resultados muito interessantes, e até surpreendentes, no sentido de impedir a progressão e promover a redução da massa tumoral em câncer de mama, pulmão, próstata, cólon, glioblastomas dentre outros.

Os mecanismos de ação antitumoral, relacionados aos canabinoides, têm sido evidenciados em estudos “in vitro” e em modelos experimentais “in vivo” [1]. Merecem destaque:


  1. Indução do apoptose, morte celular programada, da célula maligna por ação direta dos canabinoides nos receptores CB2, já identificados em células tumorais humanas, bloqueando os fatores de crescimento epidérmico (EGFR / IGF-IR) responsáveis pela divisão exagerada das células.

  2. Redução da população de macrófagos no microambiente tumoral através da redução citocinas que são substâncias recrutadoras destas células que trabalham a favor do desenvolvimento tumoral.

  3. Redução da angiogênese, formação de novos vasos sanguíneos necessários para o crescimento tumoral e de metástases.

 
 
 

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